São Paulo era sempre uma experiência surreal. Não importava quantas vezes eu tivesse vindo para cá, as multidões, os gritos e o calor humano das fãs brasileiras tinham algo único, quase hipnótico. O estúdio de TV onde seríamos entrevistados era uma loucura de flashes e vozes, com fãs aglomeradas nas cercas ao redor, segurando cartazes e gritando nossos nomes. Eu podia ouvir "Iron Vortex" ecoando, misturado com gritos isolados de "Lukke, eu te amo!".
A banda e eu fomos conduzidos para o camari