Assim que o carro de Lukke para em frente ao edifício da empresa, respiro fundo, sentindo uma leve satisfação pelo dia que tivemos. Antes que eu possa abrir a porta, ele se adianta e lança aquele sorriso atrevido que sempre faz meu coração acelerar, embora eu faça o possível para não demonstrar.
— Obrigada pela carona — agradeço, já abrindo a porta.
Ele balança a cabeça com um ar descontraído e pisca.
— Eu que agradeço. Até mais, gatinha — ele murmura, sorrindo com um brilho de malícia no olhar