A manhã parecia comum, mas eu acordei com aquela sensação estranha no peito — o tipo de pressentimento que passa rápido, mas deixa um rastro queimando. Por alguns minutos fiquei deitada, encarando o teto, esperando que aquela agonia sem nome dissesse algo mais, mas não veio nada. Apenas o silêncio abafado do quarto e o coração batendo rápido demais.
Sacudi a cabeça. Não era hora para paranoias. Eu tinha uma entrevista importante, talvez a mais importante desde que larguei o estágio e decidi que