Non, amore mio...
Marina
No dia seguinte, antes de sair para o escritório em Londres e acertar os últimos detalhes do novo projeto em Maidstone, Santino me tomou pela mão e me guiou até o sofá. Me senti como uma criança sendo levada para ouvir algo importante — e, de fato, era.
Ele se agachou na minha frente, me olhou como quem segura o mundo inteiro nos olhos e disse, com a voz firme, mas doce:
— Nos vemos à noite. Investiga mesmo se meu pai está bem, per favore. Eu não quero me ausentar daqui se for só fachada