Ao ver Íris com o queixo apoiado na borda da banheira, o rosto corado e um olhar suplicante como se esperasse algo dele, uma irritação inexplicável tomou conta dele. Jogou a garrafa de água no lixo e caminhou em direção a ela.
Íris levantou a cabeça, olhando para ele como um filhote que implora atenção. Sua voz saiu fraca, quase um ronronar:
— Quero colo...
— Colo, o cacete! — Lucas bufou, ainda mais impaciente. Sem dizer mais nada, agarrou os cabelos molhados dela e empurrou sua cabeça para bai