O corredor privativo do restaurante era estreito, silencioso, revestido de madeira escura. Nyana caminhava à frente, passos leves, a postura tão organizada que parecia parte da própria arquitetura. Um garçom os aguardava e os guiou até a sala reservada com um gesto cortês.
Araziel sentou-se. Nyana permaneceu de pé por um segundo, relutante, até que ele apoiou o cotovelo na mesa e disse, incisivo:
— Senta. Você reservou o almoço apenas para mim?
Ela hesitou apenas um instante, depois sentou-se c