Araziel sempre preferiu coisas que não tinham intenções ocultas.
Quarenta minutos depois, o corpo estava no limite certo — não quebrado, mas honesto. Suado, quente, finalmente presente em si mesmo. Ele ficou parado por alguns segundos no centro do quarto, respirando fundo, e foi só então que percebeu: o incômodo continuava lá. Não havia saído com o suor. Não havia sido empurrado para fora pelas repetições. Permanecia — silencioso, persistente, como uma nota fora do tom que o ouvido treinado não