O elevador descia devagar, os números piscando no painel. Cada segundo parecia mais longo que o anterior.
O silêncio entre eles era denso, carregado de adrenalina, medo contido e algo mais primitivo — a consciência aguda da proximidade do corpo do outro.
O SUV blindado saiu da garagem de manutenção do Burj Al Arab pela rampa de serviço, mergulhando na escuridão que antecedia o amanhecer. Três veículos idênticos, todos pretos, mesmos vidros fumês, mesmas placas falsas, partiram em intervalos de