Na suíte, Bryan a fuzilava com os olhos durante o embate silencioso. Inesperadamente, a campainha da porta começou a tocar insistentemente.
— Deveria atender. — Bella olhou para o hall que levava à porta.
Ao invés de se mover, Bryan continuou parado, com os olhos cravados nela.
Do lado de fora, Lorenzo apertava o botão da campainha sem parar, deixando a sua impaciência evidente.
— Espere! — Marie segurou o braço do marido, tentando acalmá-lo. — E se ela não estiver aqui?
— Cazzo, o seguran