A casa estava em silêncio quando chegaram, e esse silêncio não era acolhedor nem confortável, apenas ocupava o espaço como algo que ainda não tinha sido reorganizado depois do que tinha acontecido. O carro parou diante da entrada principal e, por alguns segundos, ninguém se moveu. Celina permaneceu sentada, olhando para frente, o rosto ainda marcado, o corpo rígido, como se estivesse ajustando cada parte de si antes de entrar. Quando a porta foi aberta, ela desceu sem pressa, caminhando até a e