Celina não demorou a se aproximar.
Ela já tinha entendido o ritmo da festa, o momento certo de entrar em cena, o ponto em que as pessoas estavam distraídas o suficiente para não observar com profundidade, mas presentes o bastante para validar qualquer gesto. Quando parou diante de Brian, o sorriso surgiu com precisão, leve, controlado, do jeito que ela vinha treinando, sustentando o olhar no tempo exato para parecer íntima, confortável, pertencente.
— Amor… — a voz saiu suave, encaixada — vamos