Tina chegou em casa, já era noite, com o coração correndo na frente dela e as mãos ainda trêmulas. Não era calor, não era cansaço… era aquela vibração estranha que parecia ter grudado na pele, como se alguma coisa tivesse acordado nela e agora se recusasse a voltar a dormir.
Largou a bolsa no sofá e sentou, tentando respirar normalmente.
Mas o toque de Máximo Sforza, aquele toque rápido, quase nada… ainda queimava no braço dela. E a reação de repulsa também, como se dissesse: corre… perigo.
Pio