O sol da manhã atravessava os vidros altos da sede da Fortunato Enterprise, iluminando o jardim central.
Para Tina, o lugar era lindo… mas sem alma.
Tudo era perfeito, simétrico, limpo… e morto.
Parecia que cada pétala tinha medo de respirar sem permissão.
Ela se ajoelhou perto de um canteiro de rosas amarelas, passou os dedos pelas pétalas murchas e suspirou:
— Pobrezinhas… tão tristes que até parecem de luto.
— Estão velhas. A voz grave de Máximo soou atrás dela. — Quero que troque todas. Pla