A Fundação Clara Albuquerque não era um prédio cinza e triste. Era um complexo colorido, cheio de janelas amplas e jardins bem cuidados, localizado na periferia da cidade.
Julian estacionou o carro na vaga reservada para a diretoria.
— Pronta para ver o que você construiu? — ele perguntou, desligando o motor.
Clara olhou para a fachada. O nome dela estava lá, em letras prateadas. Mas não parecia vaidade. Parecia um desafio.
— Pronta — ela respondeu, abrindo a porta.
Assim que ela pisou no saguã