Lucila
O som da respiração tranquila de Olavo trouxe um sorriso suave ao rosto de Lucila.
Pensava em uma forma de se levantar sem acordá-lo, pois nesse momento a criança dormia em um lugar improvável; em seus braços.
Na noite passada, depois de alimentá-lo, ela o levou até o banheiro para que ele se lavasse e se aquecesse, e também porque precisava se livrar das roupas molhadas. Olavo colocou suas roupas no corredor dobradas como se estivessem limpas, e em seguida fechou a porta.
Ele