Astrid
Uma das empregadas serviu o chá na impecável porcelana branca francesa. Levando a xícara fumegante aos lábios, ela se levantou, caminhando até a ampla sacada. A paisagem urbana e cinzenta a recebeu com certo reconhecimento, mas o ligeiro esgar de novo logo surgiu em seus lábios desenhados pelo batom vermelho fosco.
Mal havia pousado neste lugar, e ela já queria voltar para a bela cobertura na capital suíça onde esteve nos últimos sete meses. Entretanto, sabia que isso só seria possível s