Vitório
De braços cruzados sobre os seios, Lucila olhava para o rio que fluía montanha abaixo, em uma queda d’água de três metros.
“Eu não vou pular aí, e você também não vai. É muito alto, a gente pode morrer lá embaixo!” ela gesticulou totalmente temerosa.
A paisagem do alto da Pedra que Canta, o nome da montanha em que estavam, era de tirar o fôlego. Ela adorou o final da subida íngreme por dentro do mato fechado, sem nem mesmo reclamar do calor, dos insetos e dos arranhões em sua pele deli