Kieran
Lá dentro, o ar é frio e úmido. O teto é baixo. O chão é de pedra. E o cheiro… o cheiro é pior.
Os símbolos no chão brilham fraco, em preto e verde escuro, como veia de doença. No centro da sala, duas fêmeas estão presas por correntes de sombra, ajoelhadas, tremendo, com a boca amordaçada por uma fita escura que parece viva. O olhar delas me corta.
E então, do outro lado, Cassandra aparece.
Ela não está totalmente em um corpo só. A pele dela parece rachada em alguns pontos, como se a som