Kieran
O primeiro sinal é o silêncio dela. Melissa sempre fala. Nem que seja um suspiro, um pensamento escapando pelo vínculo, um toque leve na minha mente. Mas, no caminho de volta da caverna, o vínculo fica estranho. Não vazio. Pesado.
— Melissa? — chamo, diminuindo o passo.
Ela leva a mão ao peito, o rosto empalidecendo rápido demais.
— Kieran… — a voz sai fraca. — Eu… eu não estou bem.
O cheiro dela muda. Não é medo. Não é enjoo comum. É algo frio, metálico, errado. Ela sua frio. Os olhos pe