DULCE
Eu ainda estava sem jeito.
Por mais que tentasse agir naturalmente, não conseguia esquecer tudo o que Damião havia feito por mim naquele dia.
Ele me levou para sua casa.
Mandou que eu me alimentasse.
Praticamente me obrigou a descansar.
E depois ainda ordenou que seu motorista me levasse até o hotel.
Era estranho.
Porque aquele mesmo homem que parecia capaz de congelar uma sala inteira apenas com um olhar também tinha sido a única pessoa que percebeu que eu estava desmoronando.
Suspirei