DULCE
Assim que virei a esquina da rua da casa da minha mãe, senti um aperto estranho no peito.
Tinha algo errado.
Muito errado.
Havia dois caminhões enormes estacionados na frente da casa.
Homens de terno circulavam pela entrada carregando pranchetas enquanto outros retiravam objetos do interior da residência.
Meu coração disparou imediatamente.
Franzi a testa desacelerando o carro.
— O que está havendo afinal…?
Estacionei praticamente torto na frente do portão e desci às pressas.
O som de voz