Eram duas da madrugada, e Sophia estava de joelhos diante da privada. Agora não tinha mais nada na barriga para vomitar, apenas a bílis.
— Acho que sou alérgica a aspargo. — disse, entre uma golfada e outra do líquido amargo.
Rafe abaixou-se, ao seu lado, e fez algo incrivelmente nojento.
Ele deu uma olhada no fundo da privada e analisou o vômito dela.
— Não me parece que a comida a tenha feito mal.
Ela cuspiu a saliva grossa e limpou a boca com o dorso da mão.
— É mesmo, doutor? Porque estou e