Independentemente de qualquer religião ou tendência espiritual, as pessoas deveriam rezar antes de dar a primeira garfada numa Paella.
Sophia degustou o arroz com dois camarões e um mexilhão e chegou a fechar os olhos para não perder cada nota pungente da comida, desde o sabor dos frutos do mar à páprica e o açafrão.
— Essa Paella Marinera está uma delícia, o Guilhermo fez um bom trabalho. Você diz isso a ele, por favor? — Indagou a Rafe, que estava do outro lado da mesa retangular para oito pessoas.
É, eles estavam bem longe um do outro.
— Se quiser, você mesma pode dizer. — Ele fez um sinal à copeira, que entrou para servir o vinho, e pediu: — Por favor, Srta.
Rewies, chama o Guilhermo aqui.
Sophia olhou para o homem à cabeceira da mesa e considerou que tal formalidade para com os seus empregados domésticos era uma novidade. No tempo de sua mãe, ele agia como se lhe fosse o sobrinho ou alguém próximo o suficiente para se dispensar tratamento cerimonioso.
Ele tornou a se concentrar n