AIYANA
— A gente devia ajudar — digo, já empurrando a manta de lado e me levantando.Dou um passo na direção de onde os homens consertam as paliçadas destruídas, mas Alyssa engata a mão no meu braço.
— Eles sofrem, Aiyana — ela diz, a voz quase um sussurro cortante. — Quando estão longe, as almas vinculadas sofrem. Como se faltassem pedaços.
Fico parada. O vento levanta um redemoinho de neve fina entre nós.
— Estou bem. —resmungo.
— Aiayana...
Inspiro devagar, o ar frio queimando meus pulmões.
—