AIYANA
A caminhada até a aldeia não foi longa, mas cada passo parecia mais difícil ignorar a sensação no meu peito. As árvores se tornavam mais densas, o ar mais frio, e não era só o clima. Era como se estivéssemos atravessando uma membrana invisível.
Quando chegamos, percebi de imediato que não era como nenhuma aldeia que eu já tinha visto.
As casas eram pequenas, feitas de madeira bruta e barro endurecido, mas tudo ali parecia... vivo. Amuletos de osso pendiam das portas. Tiras de couro trança