ALEXANDRE
A luz fria e pálida do Hospital Santa Emília era o cenário perfeito para sua culpa. Alexandre andava de um lado para o outro na sala de espera particular, o blazer jogado sobre a cadeira. Lídia estava sentada, mexendo no celular e reclamando em voz baixa.
— Por que está demorando tanto? E pare de andar, Alexandre! Você vai abrir um buraco no chão . — Lídia suspirou. — E eu espero que você não tenha ligado para a Lia. Se aquela selvagem aparecer aqui, eu vou...
— Cale a boca, Lídia. —