Elise
A porta se abriu e eu levantei a cabeça de imediato. Minha respiração, que já tinha se estabilizado, acelerou bruscamente.
Era ele. Dominik.
Ele entrou sozinho. O sorriso direcionado a mim era vitorioso. A cadeira que estava no canto foi arrastada até minha frente.
Dominik sentou-se com a elegância habitual. Sem o terno, parecia informal, mas o rosto duro continuava ali, esmagando qualquer ilusão de segurança.
— Como vai, Elise? — cruzou as pernas e apoiou as mãos no colo. — Sua aparência