Isadora
O silêncio da madrugada na mansão era denso, quase palpável. Desta vez, Rafael não se recolheu à poltrona no canto do quarto; ele estava deitado ao meu lado, uma presença magnética que parecia alterar a gravidade do ambiente. Eu havia caído em um sono pesado, exausta pelo turbilhão emocional do dia, mas minha mente não descansou. Ela decidiu me levar de volta para aquele bar.
No sonho, as luzes eram baixas e o cheiro de malte e perfume masculino era sufocante. Eu via Rafael, mas não c