Rosana se ajeitou na sua cadeira e virou-se para a tela do seu computador.
— Veja, doutora, aqui está a relação dos nossos clientes!
Eu apertei os olhos surpresa. Eram muitos, mas muitos mesmo!
— Ele é muito bom, não é?— Eu falava do patrão.
— Ele é o melhor!— Rosana respondeu virando-se deslumbrada.
Eu quase perguntei se ela era apaixonada por ele, mas ainda era cedo para essas intimidades.
Rosana tinha por volta de vinte cinco anos, quase a minha idade.
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