Mundo de ficçãoIniciar sessãoAos dezoito anos, eu era virgem e estava falida. Meu padrasto deixou o nosso teto em penhora com o juiz Alex Andradas e eu fui incubida de, através de um plano sórdido, engravidar daquele homem que eu sequer conhecia. Agredida desde a adolescência, eu era presa emocionalmente e a minha fuga talvez estivesse naquele ambiente, onde eu era a babá de uma princesinha que perdeu a mãe recentemente. Chegando naquela casa, eu fui rejeitada, por ser tão jovem, mas Alex acabou por ceder aos meus encantos de menina moça. O destino quis que eu me apaixonasse pelo meu alvo. Alex era atraente e sedutor. Ele era muito mais do que isso, era poderoso e possessivo. Alex me acusava de ter acordado o seu desejo e achava que eu tinha que o satisfazer, embora se humilhasse aos meus pés à noite e voltasse a ser o homem frio e cruel no dia seguinte. A minha mãe me forçava a seguir com o plano, mas eu estava nas mãos de Alex, eu era prisioneira daquele amor. Eu pensava muitas vezes em fugir, mas eu sabia que ele me caçaria como a um animal, usando a sua influência como juiz.
Ler maisNo segundo aniversário dos gêmeos, tinha muitos bebês como eles ali, andando cambaleando. Estreitamos os laços com Maximiliano e Rose Marie. Ele era a força do nosso escritório. Estava sempre nos passando algumas causas importantes. Rose Marie mudou muito, depois que se casou com ele. Se tornou mais humilde e muito trabalhadora. A sua loja ia de vento em polpa! Quem se aproximou mais também foram Max e Adriana. Os filhos deles gostavam da minha casa, porque vivia sempre cheia de crianças. Os fins de semana que se seguiram, eram sempre uma festa. Essas crianças cresceram todas juntas! Os gêneros, pareciam muito com o pai, mas os olhos deles eram azuis, iguais aos meus. Quando eles desciam as escadas juntos, eu suspirava de orgulho! Eles cresciam muito rápido! *** Alguns anos depois, imagine todas aquelas crianças, agora crescidas! Cristal nunca desgrudou do Filippo. Os dois só não se casaram ainda, porque o Alex está sempre pedindo que eles
Nas noite que se seguiram, Josi foi acionada, pois eu e o Alex estávamos impossibilitados de estar levantando a noite. Josi vinha sonolenta e passou a se revezar com Lina. As duas estavam cansadas durante o dia e Giorgia as deixava descansar um pouco durante o expediente normal. E assim se passaram alguns meses. Rosana estava quase para dar à luz e Aline já era mãe de um menino, chamava-se Carlos Eduardo, para os íntimos, Cadu. Rose Marie e Maximiliano, se casaram, quando a barriga dela já aparecia e Lívia estava já bem pesada nesse dia. Eu fui com o Alex e as crianças, com exceção dos gêmeos. Giorgia dormiu lá em casa para ajudar a cuidar deles. Todo mundo queria cuidar dos gêmeos, eles eram fofos! Foi um casamento regado a muito luxo, pois Maximiliano tinha muito conhecimento. A Rose Marie era bonita de qualquer jeito. A mulher não engordou muito e desfilava a barriga lindamente! E o DNA, hein? Logo que o Alex se recuperou, tom
Eu fechei os olhos e esperei só a morte. Eu nunca podia imaginar que o Alex chegasse e atravessasse na minha frente. Ele ainda gritou: — Mãe! Eu pensei que fosse morrer quando vi o Alex sangrando no chão. Mirtes arregalou os olhos e saiu correndo com a arma na mão. Num segundo, já vieram inúmeros funcionários correndo. — Salva meu marido, salva meu marido, pelo amor de Deus! Uma ambulância chegou e levou o Alex, eu fui levada para uma sala, onde tentavam me acalmar. — Eu quero ver o Alex! Meu Deus, eu quero vê-lo! — O médico já vem vê-la, senhora! — uma enfermeira me falou, me segurando os braços. Eu queria sair correndo. O médico que veio me ver, decidiu me levar para o hospital. Na ambulância, eu senti a bolsa amniótica romper. — Meus filhos vão nascer!— eu disse chorando. Eu cheguei no hospital e na emergência, já me mandaram para a sala de preparo para o parto cesárea. Eu respirava com dificuldade, só pensava no Alex. Eu
Alex conversou com os seguranças, eles já estavam de olho, mas parece que havia sempre um carro diferente, naquela condição de suspeito. Alex voltou para dentro de casa. Eu estava sentindo a dor no ventre aumentar, por isso saí do quarto vestindo um penhoar sobre a camisola e fui procurá-lo. Eu o encontrei voltando do jardim. — Amor, eu não estou bem, me leva pro hospital. Ele ficou desesperado. — Giorgia!— ele gritou. A mulher veio correndo. — Arrume tudo da Bella, vou levá-la pro hospital. Giorgia se sacudiu impaciente: — As coisas do bebê já estão arrumadas lá no outro quarto, faz muito tempo! Alex suspirou nervoso. — Arrume as coisas dela também, e mande junto com as dos bebês! Depois que o Alex saiu comigo, Giorgia foi buscar minha bolsa com os meus documentos. Théo veio atrás dela. — O patrão está desesperado, parece que é o primeiro filho dele! — ele comentou, enquanto a mulher vasculhava a minha bolsa, agita





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