A calmaria nunca durou muito naquela casa.
Mas, naquela manhã, ela parecia falsa desde o início.
A mansão acordou antes de mim. Não pelo som, mas pela movimentação contida. Passos mais frequentes no corredor. Portas sendo abertas e fechadas com cuidado excessivo. Vozes baixas demais para serem normais.
Levantei com a sensação de que algo já tinha começado sem mim.
Do quarto, vi dois carros estacionados além do portão principal. Não eram da imprensa comum. Não havia logotipos. Não havia câmeras e