Bato de novo.
Mais forte.
— Isa.
Silêncio.
Meu maxilar trava.
Eu passo a mão no rosto, impaciente, já sentindo a irritação misturar com outra coisa pior.
Eu bato de novo.
— Isa, abre.
Mais alguns segundos.
Quando estou prestes a bater de novo, ouço o barulho da chave.
A porta abre só um pouco.
Ela aparece.
O rosto ainda marcado, os olhos inchados, o cabelo preso de qualquer jeito. Não tem nada daquela calma que ela tinha lá na mansão.
— Eu preciso falar com você.
Minha voz sai mais baixa, mais