Aconteceu de novo, não é?
Vi o semblante de Ema mudar imediatamente. A culpa apareceu em seu rosto sem pedir permissão, pesada, quase sufocante. Ela desviou o olhar por um instante, como se não suportasse ser vista daquele jeito.
— Sim… mas eu vou melhorar. Foi só… ela esfregou os próprios braços, como se sentisse frio, mesmo dentro daquele hospital abafado. Uma recaída.
Meu peito se apertou com força. O meu subconsciente gritava, acusador, repetindo que eu também era culpado por aquilo. Que e