Verifico mais uma vez se Olivia está dormindo tranquila e se tem tudo o que precisa no berço. O cobertor está bem ajeitado, a fraldinha não parece incomodar e o rostinho dela, tão sereno, me faz soltar o ar devagar, como se eu estivesse guardando um tesouro. Coloco o panda de pelúcia envolvido nos bracinhos dela, do jeitinho que ela gosta, e beijo sua testa com carinho, sentindo aquele cheiro suave de bebê que parece acalmar até os pensamentos mais barulhentos.
Ligo a babá eletrônica e fico alguns segundos observando a luzinha dela piscar, garantindo que está tudo certo. Então, respiro fundo e saio do quarto, indo ao encontro de Noah na pequena sala que havia na suíte.
Acho que nunca nos vimos assim, tão à vontade. Não daquele jeito. Não nesse clima estranho, quase íntimo demais, onde cada gesto parece significar mais do que deveria. E eu nunca pensei que me sentiria tão atraída por ele… tão consciente de cada detalhe. A culpa por tudo o que eu disse para Joyce pesa no meu peito, co