Acordei antes do despertador.
Por um segundo, não reconheci o teto. Branco, liso, sem manchas de umidade, sem rachaduras desenhando mapas imaginários. A cama era grande demais, o travesseiro macio demais, o silêncio… estranho demais.
Demorei uns três segundos para lembrar: não era um sonho. Eu realmente tinha aceitado morar na cobertura 2801 como babá da filha de um bilionário que sabia mais da minha vida financeira do que minha própria consciência.
Peguei o celular. 6h12.
Minhas colegas da rep