Algumas horas depois do convite pra Angra, eu ainda estava encarando o teto do meu quarto como se as respostas viessem escritas no reboco.
Três dias.
Num resort.
Com ele.
Com a Joana.
Com investidores ricos andando de um lado pro outro, enquanto eu fingia naturalidade.
Era muita informação pro meu sistema nervoso acostumado a ônibus lotado, marmita e banho de chuveiro de resistência queimando.
Mas, por baixo de todos os alarmes, tinha outra coisa que eu não queria admitir em voz alta: vontade.