O silêncio que ficou depois da última frase dele não era desconfortável.
Mas também não era leve.
Era cheio.
Cheio de tudo o que ainda não tinha sido dito… e de tudo o que já não dava mais para negar.
Ana permaneceu parada, olhando para ele, como se estivesse tentando reorganizar tudo o que sentia. Não era só o que ele tinha dito.
Era como.
Sem hesitação.
Sem fuga.
Sem esconder nada.
E aquilo mexia com ela de um jeito que não era mais possível ignorar.
O coração batia mais r