Capítulo Seis — Doces e... beijos
Eduardo Arruda
O sol começou a se pôr lá fora, pintando o interior da cabana com tons de laranja e sombras longas.
A atmosfera tornou-se densa. A intimidade da refeição compartilhada havia derrubado as últimas barreiras.
— Eduardo... — ela começou, mas a voz falhou. — Obrigada por não ter esquecido e desistido de mim.
— Eu nunca teria paz se não te encontrasse. Você sempre esteve em minhas lembranças e eu queria saber como você estava.
Levantei-me e, sem dizer nada, peguei-a no colo novame