Ayana Brooks
Noah segura meu dedo como se fosse a coisa mais importante do mundo. Não é um aperto forte ou um pedido desesperado. É só… firme e confiante. Como se ele tivesse decidido, naquele segundo, que eu fico. Que eu sou segura e que posso estar ali.
Meu coração falha uma batida inteira.
Já cuidei de outras crianças no abrigo que tem próximo a minha casa. Lá tinham bebês chorões, manhosos e inquietos. Crianças que se apegam fácil, que sorriem por qualquer rosto novo. Mas Noah é diferente.