Matteo Mancini
A noite depois do casamento não teve nada de sagrada.
Não há flores. Não há música. Não há promessas.
Há silêncio. E o peso de um sobrenome recém-assinado.
Giulia está de pé perto da janela do quarto. Não tirou o vestido preto simples que ela escolheu para usar para assinar o contrato que para ela era um luto.
A luz baixa desenha o perfil dela contra o vidro blindado. Ela não me olha.
Isso me irrita mais do que se gritasse comigo.
— Você pode se sentar — digo, fechando a por