Kael saltou do prédio.E no meio da queda, transformou. Não gradualmente. Explosivamente.
Ossos estalando. Carne rasgando. Magia detonando como bomba.
O que atingiu o chão não era homem.
Era apocalipse.
O impacto abriu cratera. Rachadura se espalhou por três quarteirões. Prédios próximos desmoronaram como castelos de areia.
E do centro Ele se ergueu.
Trinta metros de fúria pura. Escamas negras que absorviam luz. Chifres curvados gotejando fogo líquido. Asas que bloqueavam o sol nascente.
E olhos.
Olhos que queimavam não com chamas comuns.
Mas com ódio concentrado de séculos.
O rugido que saiu de sua garganta não era som.
Era força.
Janelas explodiram em três quilômetros. Pessoas caíram de joelhos, mãos sobre ouvidos sangrando. Cavalos quebraram pernas tentando fugir de cercados.
E a cidade a cidade finalmente entendeu.
Dragão não estava aqui.
A Extinção estava esperando
Kael não esperou reação.
Não deu avisos.
Simplesmente começou.
Respirou.
E o mundo queimou.
Não fogo normal. Não cha