Ele ficou olhando para Isabel encarando e notando o quanto ela era linda, mas havia algo de estranho no olhar dela, e não era de ódio e muito menos que quisesse se vingar dele. Era um olhar frio e calculista que julgava ele de alguma forma.
— Como você está minha filha?
— Filha? Disse Isabel tremendo a voz de raiva pelo abandono.
— Sim você é minha filha Sabrina!
— Sabrina?
— Sim, Sabrina!
— Acho que está havendo um mal