Chegamos ao escritório ainda na penumbra das oito. O prédio parecia mais frio naquela hora, mas havia movimento suficiente para quem sabe o que procura: seguranças em pontos estratégicos, um veículo de apoio no recuo da garagem e a sensação — palpável — de que algo finalmente mudara de rumo.
Mark caminhou ao meu lado em silêncio. A cada passo, lembranças da última semana passavam como flashes: o resgate, o hospital, o medo prendendo a respiração de Charlotte. Por isso ele foi comigo; sabia que