O nome de Cecília ecoava pelas terras da fazenda através da boca de todos nós que a procurávamos.
Eu seguia Adriano a pé, tentando acompanhar o ritmo dele, mas era impossível. Desde o momento em que ele desceu do carro como um raio, tudo nele parecia movido por um desespero bruto, quase animal. Eu sentia isso no jeito como ele andava, como respirava, como os olhos varriam cada pedaço de terra da fazenda.
E eu ia atrás, com o coração disparado, as pernas trêmulas, a boca seca, repetindo o nome