Acordei com uma sensação estranha.
Antes mesmo de abrir os olhos, a angústia já estava ali. Pesada. Espessa. O coração estava acelerado.
Lentamente abri os olhos e o que vi me fez parar de respirar.
Gino estava sentado na poltrona de frente para a minha cama. Imóvel. Observando. Tinha um sorriso torto, cínico, desenhado no rosto.
O grito saiu rasgando minha garganta.
— NÃO!
Eu me sentei bruscamente na cama, puxando o lençol contra o corpo, como se assim eu pudesse me proteger.
Aquilo não era s