Capítulo- 109

A mão de Gino continuava enterrada no meu cabelo. A faca deslizava pela minha barriga em movimentos lentos. Ele apreciava cada segundo do meu desespero.

A dor aumentava, latejando, com pontadas profundas, insuportáveis. Eu sentia o suor frio escorrer pelas minhas costas.

— Você está tremendo — Gino murmurou perto do meu ouvido. — Sempre tão frágil quando está comigo.

— Gino… — minha voz saiu falhada. — Por favor…

A faca subiu novamente, tocando o tecido da minha roupa.

Eu precisava pensar.

Se e
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