A mão de Gino continuava enterrada no meu cabelo. A faca deslizava pela minha barriga em movimentos lentos. Ele apreciava cada segundo do meu desespero.
A dor aumentava, latejando, com pontadas profundas, insuportáveis. Eu sentia o suor frio escorrer pelas minhas costas.
— Você está tremendo — Gino murmurou perto do meu ouvido. — Sempre tão frágil quando está comigo.
— Gino… — minha voz saiu falhada. — Por favor…
A faca subiu novamente, tocando o tecido da minha roupa.
Eu precisava pensar.
Se e