O elevador desceu em silêncio.
Sebastian estava ao meu lado, imóvel, o tablet preso sob um dos braços. Com a outra mão, segurava a minha.
Não era um gesto delicado.
Era firme. Seguro. Natural demais para alguém que não tinha pedido permissão antes de me tocar daquele jeito.
E talvez fosse isso que me deixasse mais confusa.
Porque eu poderia soltar.
Ele não me prendia.
Mas também não parecia considerar a possibilidade de que eu quisesse.
Apertei a bolsa contra o corpo com a mão livre, se