Eu apertei a chave dentro da mão até o metal marcar minha pele.
Não respondi.
Não na hora.
Se abrisse a boca rápido demais, minha voz ia falhar, e eu me recusei a dar isso a Sebastian. Não depois de ter assinado. Não depois de ter entrado naquele carro por vontade própria. Não segurando aquela chave como se ela fosse prova de uma coragem que eu ainda não sabia se tinha.
Respirei fundo e forcei meu corpo a obedecer.
— Eu peguei essa chave porque precisava de um lugar meu — respondi.
A frase saiu