A febre de Lily começou a ceder perto do fim da tarde, mas Sebastian continuava ao lado da cama como se ainda houvesse perigo no quarto. O termômetro nunca tinha marcado nada alarmante, e ainda assim ele mantinha a mão presa à dela, tocando sua testa de tempos em tempos, como se só confiasse na própria vigilância.
Parei à porta com uma xícara de café nas mãos. Lily estava melhor. Sebastian, não. A camisa amassada, a gravata largada na poltrona, o cabelo desalinhado pelos dedos inquietos. E nos