Na manhã seguinte, a casa parecia respirar com mais calma.
A febre de Lily tinha cedido durante a madrugada, deixando para trás apenas aquele cansaço mole de criança que passou a noite indisposta. Quando abri a porta do quarto, encontrei a menina dormindo de lado, abraçada ao coelho de pelúcia, com a respiração tranquila e o rosto finalmente sem aquele calor preocupante.
Mas Sebastian ainda estava ali.
Dormia sentado na poltrona ao lado da cama, o corpo grande torto de um jeito desconfortável